Este fim de semana foi Natal cá em casa. A Sophia chegou cheia de sacos com prendas para mim e para os meus meninos.Uma doida!!
O Jornal da Lush que é uma marca de produtos naturais e artesanais (já me conhece tão bem esta menina!), um sabonete artesanal de morango da Lush, um óleo corporal sólido de chocolate em forma de coração também da Lush, mimos para a Mia e para o Tofu (o Tofu adorou a Sophia e acho que, por ele, tinha ido embora com ela), um pega monstros (já não brincava com uma coisa destas há uns vinte anos), pins e chocolates em forma de coração. Sinto-me uma princesa mimada :)
E, por entre cházinhos e sorrisos, levei a Sophia a alguns dos meus locais preferidos e ao meu restaurante preferido.
Foto da Sophia que tem uma noção de enquadramento perfeita!
Este post anda aqui perdido desde o dia 8 de Fevereiro. É um dos miminhos que a S. me trouxe de Amesterdão. Um cubo de chocolate para fazer chocolate quente. Mergulha-se o cubo no leite bem quente. Agita-se. Espera-se que derreta. Saboreia-se.
É qualquer coisa do outro mundo. Um dos melhores chocolates quentes que já bebi, sem dúvida :)
Com o dia maravilhoso que esteve aproveitámos a hora de almoço da melhor maneira. Dom Tofu e eu almoçámos na varanda e de seguida apanhámos banhos de sol para repormos os níveis de vitamina D. Faltou a Mia que preferiu ficar no quarto a dormir (palerma, pá!).
Vejam como está crescido o meu mais novo :)
E com o regresso do sol voltaram também as sabrinas aos meus pézinhos. Que saudades destas meninas :)
São Pedro podes mandar mais dias destes, sim? O nosso humor e bem estar agradecem solenemente.
Soube hoje que vou receber a visita de uma blogger muito querida (a minha Pandinha!) no próximo fim-de-semana. Já estou em contagem decrescente, Sophia ;)
A C. que está a passar por um processo de divórcio complicado é das mulheres mais corajosas que conheço. Apaixonou-se por outra pessoa também casada e antes de acontecer o que quer que fosse falou abertamente com o marido e com a família. Proveniente de uma família conservadora lutou contra tudo e todos pela sua felicidade tomando sempre uma atitude assertiva e correcta com todos.
E embora muitos lhe apontem o dedo. Outros lhe tenham dito que ela foi uma parva e que poderia perfeitamente ter um caso extra-conjugal sem nunca ter levantado suspeitas e sem estragar dois casamentos. Outros lhe tenham dito que uma mulher casada e com filhos deveria ter juízo e pensar mais nos outros e menos nela. Eu levanto-me, aplaudo-a de pé e dou-lhe o meu apoio incondicional. Porque ninguém deve viver de aparências e ninguém deve abrir mão da sua felicidade em prol dos outros, até mesmo dos filhos, porque só sendo feliz ela conseguirá fazer os outros felizes. Um dia a filha vai ouvir esta história e vai perceber que a mãe é um exemplo a seguir. Um exemplo de coragem, amor próprio e respeito pelo próximo.
Regressar a casa. Atirar os sapatos para um canto. A mala para outro. Despir o sobretudo. Estender-me na cama. Fechar os olhos. E ouvir os Cocteau Twins a cantar só para mim.
E voltar a ouvir esta música vezes e vezes sem conta. Agora com o perfume de uma sopa de abóbora a borbulhar na cozinha.
É isto que utilizo à anos para perfumar a casa: Lampe Berger (para além das velas aromáticas).
Foi criada em 1898 para sanear os quartos dos hospitais graças ao seu sistema de difusão, a catálise, que destrói as moléculas responsáveis pelos odores indesejados. O ar fica assim mais limpo, a proliferação de bactérias na atmosfera é interrompida, o ar torna-se purificado e os maus odores e o fumo do tabaco são eliminados.
É óptimo para quem sofre de asma, sinusite ou simplesmente para quem não gosta de sentir odores no ar, pois pode também ser usado com o óleo neutro que elimina os maus odores sem emitir qualquer fragrância.
O meu é igualzinho ao da imagem acima e gosto de usar com óleos perfumados, o meu preferido é o de lírios do vale. Os óleos custam cerca de 12€ e as lamparinas 30€. Nada têm a ver com os produtos químicos que encontramos nos supermercados para perfumar a casa cuja única coisa que fazem é disfarçar os odores sem eliminar a sua nocividade.O efeito bactericida dura até 8 horas se a divisão não tiver sido novamente contaminada pelo exterior.
Depois de uma manhã de aulas, uma avaliação e uma longa tarde em reunião de trabalho estou pronta para vestir o pijama, pegar numa caneca gigante de chá, nas minhas mantinhas, nos meus gatos e adormecer assim (de óculos e tudo!) no sofá da sala com a televisão ligada. Oh... maravilha!!
Gosto de estruturas ósseas bem delineadas nas maçãs do rosto. Gosto de estilos próprios e originais. Gosto daquele ar misterioso. Gosto de um tipo concreto de sorriso.
Gosto de dedos compridos.
Gosto de óculos de massa.
Gosto de barbas com 2 dias.
Gosto de (praticamente) tudo o que é fora de vulgar num homem.
Just the way you are!!
Eu já adorava os Koop e o vídeo original desta música.
Agora estou rendida a este. Simplesmente perfeito.
Na reunião avisaram-me logo que iria trabalhar com três pestinhas. Disseram-me para gritar com eles e para os pôr de castigo as vezes que for necessário. Confirmou-se, um pestinha que tem a mania que já sabe tudo e não sabe nada e além disso não quer trabalhar, outro que não se consegue concentrar no trabalho e não pára quieto, outro que não consigo manter calado, fala, fala, fala. Socorro. Depois, para compensar, tenho umas quantas ternurinhas que mais parecem uns anjinhos, lindos, lindos.
Primeira pergunta difícil a meio de um exercício: "Professora o que é o chakra?" ainda estava a pensar como lhe devia responder quando responde o sabichão "Então tu não sabes? É quando pomos as mãos ao calor e sai aquele fumo tipo nevoeiro. Isso é o chakra." ahahaha, são demais! Não me contive e desatei a rir :D
Resumindo, saí de lá com uma valente dor de cabeça mas com um sorriso de orelha a orelha. Ainda não sei quem vai aprender mais, se eu ou eles.
Para uns terem “direitos adquiridos” para sempre, outros ficaram sem direitos nenhuns: os mais novos, os nossos filhos.
Quando o FMI chegou pela segunda vez a Portugal, em 1983, eu tinha 26 anos. Num daqueles dias de ambiente pesado, quando havia bandeiras pretas hasteadas nos portões das fábricas da periferia de Lisboa, quando nos admirávamos com ser possível continuar a viver e a trabalhar com meses e meses de salários em atraso, almocei com um incorrigível optimista no Martinho da Arcada. Nunca mais me esqueci de uma sua observação singela: “Já reparaste como, apesar de todos os actuais problemas, a nossa geração vive melhor do que as dos nossos pais? Tenta lembrar-te de como era quando eras miúdo…”
Era verdade: a minha geração viveu e vive muito melhor do que a dos seus pais. E eles já viveram melhor do que os pais deles. Mas quando olho para a geração dos meus filhos, e dos que são mais novos do que eles, sinto, sei, que já não vai ser assim. E não vai ser assim porque nós estragámos tudo – ou ajudámos a estragar tudo. Talvez aqueles que são um bocadinho mais velhos do que eu, os verdadeiros herdeiros da “geração de 60”, os que ocuparam o grosso dos lugares do poder nas últimas três décadas, tenham um bocado mais de responsabilidade. Mas ninguém duvide que o futuro que estamos a deixar aos mais novos é muito pouco apetecível. E que o seu presente já é, em muitos aspectos, insuportável.
Começámos por lhes chamar a “geração 500 euros”, pois eram licenciados e muitos não conseguiam empregos senão no limiar do salário mínimo. Agora é ainda pior. Quase um em cada quatro pura e simplesmente não encontram emprego (mais de 30 por cento se tiverem um curso superior). Dos que encontram, muitos estão em “call centers”, em caixas de supermercados, ao volante de táxis, até com uma esfregona e um balde nas mãos apesar de terem andado pela Universidade e terem um “canudo”. Pagam-lhes contra recibos verdes e, agora, o Estado ainda lhes vai aplicar uma taxa maior sobre esse muito pouco que recebem. Vão ficando por casa dos pais, adiando vidas, saltitando por aqui e por ali com medo de compromissos.
Há 30 anos, quando Rui Veloso fixou um estereótipo da minha geração em “A rapariguinha do Shopping”, a letra do Carlos Tê glosava a vaidade de gente humilde em ascensão social, fosse lá isso o que fosse: “Bem vestida e petulante/Desce pela escada rolante/Com uma revista de bordados/Com um olhar rutilante/E os sovacos perfumados/…/Nos lábios um bom batom/Sempre muito bem penteada/Cheia de rimel e crayon…”
Hoje, quando os Deolinda entusiasmam os Coliseus de Lisboa e do Porto, o registo não podia ser mais diferente: “Sou da geração sem remuneração/E não me incomoda esta condição/Que parva que eu sou/Porque isto está mal e vai continuar/Já é uma sorte eu poder estagiar…” Exacto: “Já é uma sorte eu poder estagiar”, ou mesmo trabalhar só pelo subsídio de refeição, ou tentar a bolsa para o pós-doc depois de ter tido bolsa para o doutoramento e para o mestrado e nenhuma hipótese de emprego. Sim, “Que mundo tão parvo/Onde para ser escravo é preciso estudar…”
É a geração espoliada. A geração que espoliámos.
Sem pieguices, sejamos honestos: na loucura revolucionária do pós-25 de Abril, primeiro, depois na euforia da adesão à CEE, por fim na corrida suicida ao consumo desencadeada pela adesão à moeda única e pelos juros baixos, desbaratámos numa geração o rendimento de duas gerações. Talvez mais. As nossas dívidas, a pública e a privada, já correspondem a três vezes o produto nacional – e não vamos ser nós a pagá-las, vamos deixá-las de herança.
Quisemos tudo: bons salários, sempre a subir, e segurança no emprego; casa própria e casa de férias; um automóvel para todos os membros da família; o telemóvel e o plasma; menos horas de trabalho e a reforma o mais cedo possível. Pensámos que tudo isso era possível e, quando nos avisaram que não era, fizemos como as lapas numa rocha batida pelas ondas: enquistámos nas posições que tínhamos alcançado. Começámos a falar de “direitos adquiridos”. Exigimos cada vez mais o impossível sem muita disposição para darmos qualquer contrapartida. Eram as “conquistas de Abril”.
Veja-se agora o país que deixamos aos mais novos. Se quiserem casa, têm de comprá-la, pois passaram-se décadas sem sermos capazes de ter uma lei das rendas decente: continuamos com os centros das cidades cheios de velhos e atiramos os mais novos para as periferias. Se quiserem emprego, mesmo quando são mais capazes, mesmo quando têm muito mais formação, ficam à porta porque há demasiada gente instalada em empregos que tomaram para a vida. Andaram pelas Universidades mas sabem que, nelas, os quadros estão praticamente fechados. Quando têm oportunidade num instituto de investigação, dão logo nas vistas, mas são poucas as oportunidades para tanta procura. Pensaram ser professores mas foram traídos pela dinâmica demográfica e pela diminuição do número de alunos. Sonharam com um carreira na advocacia, mas agora até a sua Ordem se lhes fecha. Que lhes sobra? As noites de sexta-feira e pensarem que amanhã é outro dia…
E observe-se como lhes roubámos as pensões a que, teoricamente, um dia teriam direito: a reforma Vieira da Silva manteve com poucas alterações o valor das reformas para os que estão quase a reformar-se ao mesmo tempo que estabelecia fórmulas de cálculo que darão aos jovens de hoje reformas que corresponderão, na melhor das hipóteses, a metade daquelas a que a geração mais velha ainda tem direito. Eles nem deram por isso. Afinal como poderia a “geração ‘casinha dos pais’” pensar hoje no que lhe acontecerá daqui a 30 ou 40 anos?
Esta geração nunca se revoltará, como a geração de 60, por estar “aborrecida”, ou “entediada”, com o progresso “burguês”. Esta geração também não se mobilizará porque… “talvez foder”. Mas esta geração, que foi perdendo as ilusões no Estado protector – ela sabe muito bem como está desprotegida no desemprego, por exemplo… –, habituou-se também a mudar, a testar, a arriscar e, sobretudo, a desconfiar dos “instalados”.
Esta geração talvez já tenha percebido que não terá uma vida melhor do que a dos seus pais, pelo menos na escala que eles tiveram relativamente aos seus avós. Por isso esta geração não segue discursos políticos gastos, nem se deixa encantar com retóricas repetitivas, nem acredita nos que há muito prometem o paraíso.
Por isso esta geração pode ser mobilizada para o gigantesco processo de mudança por que Portugal tem de passar – mais do que um processo de mudança, um processo de reinvenção. Portugal tem de deixar de ser uma sociedade fechada e espartilhada por interesses e capelinhas, tem de se abrir aos seus e, entre estes, aos que têm mais ambição, mais imaginação e mais vontade. E esses são os da geração “qualquer coisa” que só quer ser “alguma coisa”. Até porque parvoíce verdadeira é não mudar, e isso eles também já perceberam…
De acampar em dias de Verão. De escolher a paisagem mais bonita, as árvores mais bonitas, a melhor clareira para contemplar as estrelas à noite. Encher a tenda de mantinhas coloridas e muitas almofadas. De preparar as refeições ao ar livre num pequeno fogareiro. De beber um chá quentinho à noite sobre as estrelas. De ficar deitada sobre a terra a olhar para o céu e pedir desejos às estrelas cadentes. Da escuridão da noite onde só as lanternas nos iluminam. De adormecer a ouvir o rio ao longe e o mocho ali ao lado. De acordar com os primeiros raios de sol e ouvir os passarinhos. De andar descalça e sentir a terra. De nadar nos rios, na água gelada. De fazer percursos pedestres. De apanhar o cabelo num rabo de cavalo mal feito e esquecer a maquilhagem e a bijutaria. De entregar-me aos cheiros, aos sons e às sensações da natureza e esquecer que existe uma civilização para onde é necessário voltar.
Finalmente consegui ver este filme. Já muito foi escrito e falado por isso não me vou alongar muito. Só mesmo dizer que adorei e que é exactamente o meu tipo de filme.Muito bom!!
Dizer também que conheci mais um leitor do Myosotis. Uma pessoa que adora cinema e que gosta tanto de livros como eu. Obrigada P. pela companhia e pelas longas conversas nos últimos dias. É muito bom conhecer as caras por detrás dos monitores. E sabem uma coisa? Adorava conhecer-vos a todos pessoalmente porque tenho os leitores mais fofinhos e queridos da blogosfera :)
Eu tenho as melhores amigas de sempre. São a minha família, a família que eu escolhi. Somos 8 e somos inseparáveis. Embora estejamos separadas de algumas por muitos e muitos Km de distância (no Verão passará mesmo a ser um oceano a separar-nos) a nossa amizade é uma constante e é como se estivéssemos sempre juntas.
Este fim-de-semana faleceu a avó da R. E lá estivemos sempre nós a apoia-la e a mimá-la. Demos-lhe o nosso ombro para chorar, limpámos-lhe as lágrimas, deixámo-la desabafar, ouvimos o seu silêncio, fizemo-la rir, certificámo-nos que descansava, que comia bem, que não precisava de nada. E portou-se tão bem a nossa R. Estou muito orgulhosa dela :)
Ontem soubemos que uma de nós se vai divorciar. E já estamos a planear coisas com ela para que não fique sozinha em casa e para que todo o processo seja menos doloroso para ela.
Somos assim. Inseparáveis e sempre juntas no que der e vier. Adoro as minhas meninas e já não sei viver sem elas. Chamo-lhes as minhas manas do coração porque são as irmãs que eu nunca tive.
Estávamos em 2009, eu vivia em Coimbra e a minha colega de casa passava uma das piores fases da vida dela. Foi-lhe diagnosticado um problema grave se saúde e teria que remover todo o útero. A notícia caiu como uma bomba no mundo dela e deixou-a de rastos. Afectou-a tanto ao ponto de acordar numa manhã de Novembro com amnésia. Foi horrível.
Lembro-me de ela ter chegado a casa depois de uma consulta e de me ter contado que o médico lhe tinha dito isto: "Mas o que é que você estava à espera? Com 36 anos ainda acredita em príncipes encantados?". Disse-me que ficou triste com estas palavras mas que tinha que lhe dar razão, afinal tinha esperado tanto tempo por quem?
Na altura achei um absurdo o que aquele médico lhe disse e ainda continuo a achar. O que é que ele lhe quis dizer? Que mais valia ela ter arranjado um homem qualquer, terem casado e terem tido um rancho de filhos porque afinal o amor não existe? Que para se fazerem filhos não é preciso amor? Que é possível partilhar uma vida a dois nestes termos? Absurdo. Ponto um, aquele discurso foi totalmente despropositado e desadequado, sobretudo quando proferido para uma paciente num estado tão perturbado como o dela. Segundo, ela não pode ter filhos masnão lhe arrancaram o coração que eu saiba, portanto pode amar e ser amada até aos últimos dias da vida dela. Pode ser feliz. Ou melhor, escolher ser feliz.
Digam o que disserem eu acreditarei sempre em príncipes encantados. Posso até nunca encontrar o meu mas acreditarei sempre porque só assim faz sentido para mim. Porque não me contento com menos. Porque não vivo pela metade. E neste dia dos namorados é esta a mensagem que vos quero passar. Muitas vezes o tempo passa e deixamos de acreditar no Amor, passamos a entregamo-nos só a 50%, pensando que mais vale pouco que nada (vejo isso recorrentemente). Mas acreditem em mim, vale a pena esperar. Vale a pena viver a 100%.
Um óptimo dia dos namorados para todos. Namorem muito. Dancem muito. Beijem muito. Surpreendam muito. Sejam felizes e vivam a 100% ;)
Mudança de visual: o meu cabelo voltou a ser preto.
E descobri mais um excelente produto: o Herbatint, um gel colorante com extractos vegetais. Por ser em gel a aplicação é muito mais fácil porque não escorre e não pintamos tudo à nossa volta para além do cabelo. Outra maravilha é que não mancha a pele, ou seja, não ficamos com a testa, as orelhas e o pescoço da cor que escolhemos para o cabelo. Como já sabem só escolho produtos amigos do ambiente e dos animais por isso este também não foge há regra: não tem amoníaco, resorcinol, álcool ou parabenos, não tem cheiro e, claro, não é testado em animais.
Para os interessados podem encontrar Herbatint em lojas de produtos naturais. Comprei o meu no Celeiro Dieta.
"Why We Love Dogs, Eat Pigs, and Wear Cows" (Porque Adoramos Cães, Comemos Porcos e Vestimos Vacas). Uma Introdução ao Carnismo, por Melanie Joy. O nome diz tudo mas mesmo assim deixo-vos o vídeo para reflectirem sobre o assunto.
Há 10 anos atrás estava a estudar e fiz um trabalho em part-time que agora vou fazer a tempo inteiro. Se me perguntassem em 2001 se daí a 10 anos voltaria a fazer o mesmo, eu diria com toda a certeza e confiança do mundo que nem pensar.
A vida dá muitas voltas e nunca nos devemos esquecer que muitas vezes é preciso voltar a beber da mesma água. Ou, por outras palavras, se a vida só te dá limões... faz uma enorme limonada e brinda ao que ainda está para vir :)
Colbert viajou por locais como a Índia, Burma, Sri Lanka, Egito, Dominica, Etiópia, Quênia, Tonga, Namíbia e Antártica para filmar e fotografar cenas de interacção entre seres humanos e animais. [Há profissões fantásticas, não há. Que inveja boa!!] O resultado não poderia ter sido melhor. Respira-se paz e harmonia em cada fotografia. Vejam...
Esta é uma das minhas receitas preferidas. O leite de coco e a hortelã dão a este prato um cheirinho maravilhoso e óptimo ao paladar. É também importante não prescindirem das sementes de sésamo, têm um sabor intenso e são uma das melhores fontes de cálcio que há (além disso estão carregadas com minerais benéficos, incluindo cobre e magnésio. Contêm também proteínas, ferro, vitamina B1, zinco e fibra, e ainda fibras benéficas que ajudam a baixar o colesterol e a prevenir a pressão sanguínea alta e a aumentar os níveis de vitamina E. Para além disto, as sementes de sésamo contêm uma substância chamada sesamina, que protege o fígado de danos oxidativos e também fitosteróis, que são compostos existentes nas plantas que podem reduzir os níveis de colesterol, fortalecer o sistema imunitário e diminuir o risco de certos tipos de cancro).
Convencidos? Então têm mesmo que experimentar :)
JARDINEIRA DE TOFU
500g de tofu inteiro
sal q.b.
pimenta q.b.
1dl de azeite
1 dente de alho
1/2 pimento vermelho
1 curgete
2dl de leite de coco
2 c. sopa de sementes de sésamo
1 raminho de hortelã
1. Corta-se o tofu aos cubos e temperam-se com sal e pimenta. Leva-se a corar no azeite até alourar.
2. Junta-se o alho esmagado, o pimento cortado aos cubinhos e a curgete às meias rodelas. Deixa-se saltear um pouco.
3. Adiciona-se o leite de coco e rectifica-se de sal e pimenta. Junta-se as sementes de sésamo e raminho de hortelã picado.
4. Deixa-se cozinhar por mais 4min. em lume brando.
Já fiz com massas, arroz ou apenas com uma enorme salada.
Mais um excelente filme. Gosto de filmes que não me deixem indiferente, que me façam reflectir, que me transmitam uma mensagem e este é um óptimo exemplo disso.Se ainda não viram não percam.
Dona Mia ainda não está a 100% mas já está em recuperação. Está com uma infecção urinária. Não sei se sabem mas nos felino este tipo de infecções proliferam mais rapidamente e eles deixam mesmo de conseguir ir à casa de banho porque ficam com as vias urinárias obstruídas, morrendo em apenas dois dias.
Não sabíamos à quanto tempo a Mia estava com a infecção embora tenhamos notado um comportamento estranho desde quarta-feira e só confirmámos o que realmente se passava na sexta-feira à hora do almoço. Já tinham passado os dois dias e ficámos muito assustadas. Felizmente o antibiótico começou logo a fazer efeito e veio para casa nesse mesmo dia (eu sei que os gatos nestas situações ficam muitas vezes internados e esse era um dos meus medos, a Mia entra em pânico na presença de estranhos).
Achamos que agora já não tem dores devido à medicação e já consegue ir normalmente à casa de banho.
I'm going to some place where I've never been before I'm going, I'm going where the water tastes like wine Well I'm going where the water tastes like wine We can jump in the water, stay drunk all the time
Hoje enquanto os legumes da sopa coziam e eu limpava o microondas lembrei-me de partilhar convosco a forma como eu limpo este precioso electrodoméstico (assunto interessantíssimo... I know, I know!!)
Eu uso o mínimo de produtos químicos possível nas limpezas (toda a gente sabe que prejudicam o ambiente e a nossa saúde, certo?) e para o microondas tenho uma solução maravilhosa e que resulta na perfeição.
Vocês como fazem? Pulverizam um daqueles produtos anti-gordura e depois passam horas a esfregar? Pois eu não esfrego nada. Numa tacinha com água coloco uma rodela de limão. Levo a tacinha ao microondas e deixo que a água ferva. Quando ferver, desligo o microondas mas não abro a porta. A ideia é que o vapor de água e o limão soltem as gorduras. Passado uns minutos passo um pano húmido et voilà... microondas a brilhar, sem um pingo de gordura, sem esfregar e sem usar químicos :)
Tenho a noção que as outras pessoas me vêm de forma muito diferente daquela que sou na realidade. Acho que as pessoas julgam que sou muito mais feliz e realizada do que realmente sou. Acho que julgam que vivo em perfeita harmonia e que na minha vida não existem problemas. Mas a verdade é outra bem diferente.
Sim, sou sorridente por natureza. Sim, pareço mais optimista do que aquilo que sou. Sim, passo o dia a dançar. Sim, tenho sentido de humor. Sim, caminho pelas ruas de cabeça erguida e sorriu aos desconhecidos. Sim, estou sempre pronta para ajudar quem precisa. Sim, luto todos os dias com todas as minhas forças para SER (e não apenas parecer) feliz. Porque na minha filosofia de vida não vale a pena andar cabisbaixo, virar as costas ao mundo, passar os dias fechado em casa a chorar só porque as coisas não correm como quero.
É por isso que quando alguém vem ter comigo, a julgar que sou a pessoa mais feliz do mundo e que tudo me corre de feição, e começa num sem fim de lamurias e de lamentações com problemas tão banais como "ai que horror, ai que se me vai acabar o mundo porque tenho um colega de trabalho que não gosto ou porque tive que dispensar a minha empregada doméstica ou porque este ano não posso ir para fora de férias" eu só me apetece agarrar naqueles ombrinhos e dar-lhes um grande abanão para verem se acordam para a realidade. Muitas destas pessoas têm muito, mas muito mais que eu e não, não estou a falar só em bens materiais. Têm tudo, muitas vezes mais do que o necessário, para serem felizes. Mas não... parece que têm que arranjar sempre um motivo para se queixarem, para serem os mais infelizes, os mais infortunados deste planeta.
Este frio para mim é horrível mas, por outro lado, tem sido óptimo para os meus treinos. Adoro correr, começar a aquecer, a transpirar e sentir o vento frio na cara. É uma sensação óptima.
Ainda caminho mais do que corro mas um dos objectivos pelo menos já está atingido: os meus 150 abdominais estão de volta. Palminhas, palminhas!!
E agora só paro quando tiver este aspecto (cof, cof, cof!! Vá lá, sonhar não custa!)
Querem aperfeiçoar o vosso Inglês? Aprender Francês, Espanhol, Italiano, Russo ou mesmo Nepalês?
Eu encontrei o local perfeito para o fazerem, sem saírem de casa, ao vosso ritmo e sem gastarem dinheiro. O site chama-se: Livemocha. É fácil: inscrevem-se no site e começam a ter lições da língua que escolheram. Essas lições passam pelos seguintes passos: aprender, revisão, escrever, falar. Os exercícios que fizerem de escrita e fala são depois corrigidos por outros colegas inscritos no site e que têm essa língua como língua nativa.
Mas não é tudo. Para continuarem a aprender línguas de graça têm que ganhar pontos. Como? Também têm que corrigir trabalhos de outros colegas que estão a aprender Português.
Depois de anos de procura finalmente encontrei o desodorizante perfeito. 100% natural, 100% biológico, não testado em animais, 0% produtos químicos. É fabricado a partir de puro cristal de rocha natural. Não contém cloridrato de alumínio, parabenos ou ingredientes tóxicos. Como funciona? A rocha cristalina hipoalergénica elimina as bactérias responsáveis pelo odor, mas não bloqueia os poros permitindo a natural transpiração sem odor. Porque se pensarem bem o corpo transpira porque necessita de regular a temperatura e eliminar nitrogénio (a principal substância do suor) para o exterior. Por isso ao bloquearmos a transpiração com anti-transpirantes estamos a prejudicar gravemente o nosso organismo.
Quem está habituado aos tradicionais desodorizantes no inicio vai achar um pouco estranho porque não é líquido nem deixa cheiro, é mesmo um bloco de cristal. Para aplicar basta humedecer a pele onde queremos aplicar ou então humedecer o próprio cristal e aplicar como se se trata-se de um desodorizante normal. Confirmo 24h de protecção.
Ao que parece a situação referida abaixo já está normalizada. Se encontrarem mais alguma anomalia por favor avisem a gerência, sim.
A única coisa que fiz foi apagar todos os links que tinha para o blog da Ana porque realmente é mesmo o dela que está com vírus. Sorry, minha querida. Assim que estiver tudo resolvido volto a colocar os links, prometo. Já agora recadinho para ti: apaga todos os vídeos, animações ou links que colocas-te recentemente. Pode ser que seja isso que esteja infectado. Espero que tudo se resolva o quanto antes.