Pequena maravilha!! Já está oficialmente nomeada como a série de terça-feira ao serão.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Com 7 aninhos e já é isto
Ontem, uma aluna do alto dos seus 7 anos: "Eu quero ter filhos, mas não quero ter maridos, só namorados. É muito melhor porque os maridos só dão dor de cabeça."
Esta miúda tem futuro!! :p
terça-feira, 2 de abril de 2013
Pézinhos ao léu
Primeiro dia do ano que os meus pézinhos saíram das meias grossas e das botas de Inverno e disseram olá ao sol. O sobretudo ainda permanece. Friorenta eu? Nããããã

segunda-feira, 1 de abril de 2013
Bem vinda de volta, Myosotis!
Sopa de legumes ao jantar. Luminosidade da casa reduzida. Cheirinho a água de rosas em mim (adoro!). Caneca de chá gigante ao meu lado. Chuva e trovoada lá fora. Em modo preparação para 30 minutos de meditação com o Dr. Brian weiss (novo vício!).
Bem vinda de volta, Myosotis.

Pontos
Ponto Um - A semana passada foi de doidos. Trabalho, trabalho e mais trabalho. Tanto trabalho que cheguei ao ponto de passar uma semana inteirinha sem abrir o meu portátil. Inédito!!
Ponto Dois - Para compensar tive um domingo de Páscoa santo. Uma horinha e pouco de trabalho logo bem cedinho e o resto do dia na caminha a pôr séries e sono em dia.
Ponto Três - Por falar em séries, diz que ontem voltou esta série do meu coração. Mal posso esperar que chegue cá a casa.
Ponto Quatro - São Pedro tem sido um feio e não me tem deixado correr pela manhã. Tem chovido cães e gatos todos os dias. Entenda-se que a culpa é inteiramente dele e não minha, claro!
Ponto Cinco - Afinal onde anda a nossa Prima Vera? Li hoje um artigo na Visão que dizia que este Verão não vai haver sol em Portugal. Deprimi.
domingo, 24 de março de 2013
(Re) Começar
2013 começou lindamente: rotinas bem planeadas, objectivos bem definidos. Até que tudo começou a correr mal e, sem perceber bem como, de repente estava numa espiral sem fim de acontecimentos negativos. Deixei de fazer exercício, deixei o yoga, deixei a meditação, deixar de planear o dia-a-dia... a minha vida passou a ser uma nuvem escura e confusa.
Foi uma fase menos boa que me trouxe, sobretudo, muita aprendizagem e, por isso, hoje só posso olhar para trás e agradecer ao Universo por me ter tornado um bocadinho (ainda) mais forte.
Amanhã é dia de recomeço. E este recomeço vai começar bem cedo: 6h30 da manhã e já estarei na rua a correr. Vai voltar a ginástica, o yoga, as corridas ao ar livre, os objectivos bem definidos (porque quem não sabe para onde vai nunca chegará a lugar nenhum!) e os planos. Oh e se eu sou menina de planos: viagens, surpresas para as minhas pessoas, fins-de semana mágicos, novos projectos, novos livros, nova casa, novos lugares... A melhor parte das fases negras é mesmo esta: a oportunidade de recomeçar, ainda mais forte.
Filmezinhos dos bons
O primeiro é lindo e tem uma belíssima banda sonora. O segundo faz-nos pensar como as nossas vidas estão encadeadas e, ao contrário do que todos me diziam, não achei nada confuso, basta estar atento aos pequenos pormenores. Recomendo.
sábado, 23 de março de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
Coisas (muito) minhas
Este será, muito provavelmente, um daqueles post que nunca sairá dos rascunhos. Pelo sim, pelo não, há esta necessidade de escrever.
A semana passada recebi uma das maiores provas de amor. Estava o L. a pensar seriamente comprar o carro dos sonhos dele (e ficar a pagá-lo durante 5 anos!) quando eu encontro uma casa perfeita para nós: praticamente nova, pequenina (sim, embora seja estranho para muitos, um dos meus requisitos é que seja pequena e simples!), toda equipada, tudo de óptima qualidade, gira que só ela, exactamente no sítio que queríamos e, a melhor parte, a um preço fantástico (acreditem, vimos casas ao mesmo preço para lá de velhas, degradadas e completamente deprimentes).
A questão da casa, e de irmos viver juntos, já tinha sido muito discutida entre nós. Sentimo-nos extremamente cansados na nossa situação actual: malas para cá, malas para lá, por vezes precisamos (ou esquecemo-nos) de coisas que não levámos, não temos um espaço que possamos chamar de "O nosso espaço", não temos um sítio onde possamos estar sozinhos, não temos privacidade... Por isso combinámos que iríamos estar atentos aos anúncios de casas e assim que as coisas melhorassem profissionalmente, iríamos viver juntos. Quando encontrei a casa, achei-a perfeita para nós, senti que era realmente uma grande oportunidade mas pensei imediatamente que não era a altura ideal e que era apenas uma excelente oportunidade que não podíamos agarrar para já. Mostrei a casa ao L., disse-lhe a minha opinião e, quando esperava ouvir algo em concordância comigo, ele diz-me "Marca uma visita!".
Parou tudo! O homem mais fanático por carros que conheço, o homem que não dormia bem há duas semanas a sonhar com o carro que iria comprar em breve, de repente, está disposto a pôr de lado o seu maior sonho para ir viver comigo. Wooooohhh!!!
Os dias seguintes foram de muitas contas e indecisões. O investimento seria zero: a casa estava totalmente equipada e ainda por cima ao nosso gosto, os únicos encargos seriam: renda/água/luz/gás/alimentação... o normal em qualquer casa. Depois de muitas contas feitas o veredicto: o nosso dinheiro chega e ainda sobra, mas... e os mas? E se não me renovarem o contracto? E se, daqui a 4 meses, ele vem para a rua sem trabalho? E se me despedem ainda antes do contracto terminar? E se depois não temos dinheiro? E se acontece um imprevisto? E se? E se?
Noites mal dormidas. Arriscamos? Não arriscamos? Afinal o que temos a perder? Não vamos pedir nenhum empréstimo. Não nos vamos endividar. É apenas uma renda. Se perdermos o trabalho fazemos outras coisas: explicações, limpezas, agricultura... (eu sou perita nesta arte!). Decisão tomada: vamos arriscar.
Hora de comunicar às nossas pessoas. Mãe: "Vai. Vive a tua vida, se caíres levanta-te e vem cá para eu te abraçar. As portas desta casa estarão sempre abertas para vocês os dois.". Pais do L., na verdade não estava presente quando reagiram à notícia, mas, segundo sei, acham que estamos a ser uns irresponsáveis porque não temos trabalho fixo e não apoiam a nossa decisão.
Murro no estômago. Voltamos à estaca zero. Digo ao L. que não é necessário haver conflitos por causa deste assunto. É algo muito importante e especial para nós e, um dia, quero recordar o momento em que fomos viver juntos como um momento de muita alegria para nós e para as nossas famílias No fundo sei que apenas precisam de tempo para assimilarem a ideia e para nos deixarem voar.
Não vamos desistir dos nossos sonhos. Vamos apenas adiar para que seja um momento especial para todos e porque para nós é importante o apoio das nossas pessoas preferidas. Ficámos, isso sim, ainda com mais vontade de seguir em frente e passar para a próxima fase, porque afinal trata-se apenas disso: de fases naturais na vida de uma pessoa. Se é a altura ideal ou não? Na minha opinião, apenas a nós diz respeito. Claro que pode correr mal, claro que pode correr muito bem. Ninguém sabe. Mas temos que correr os nossos riscos e viver a nossa vida, não a vida que os outros escolheram para nós. E só assim evoluímos, aprendemos e adquirimos experiência.
E toda esta situação me fez lembrar o "Cântico Negro" do José Régio. Um dos meus poemas preferidos de sempre, talvez por eu ser demasiado independente desde pequena. Irresponsável? Nunca fui. Todas as minhas decisões foram bastante ponderadas e analisados todos os pós e contras. Mas, tal como diz o José Régio: Não sei por onde vou, Não sei para onde vou - Sei que não vou por aí!"
"Vem por aqui" - dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...
A minha glória é esta:
Criar desumanidade!
Não acompanhar ninguém.
- Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre a minha mãe
Criar desumanidade!
Não acompanhar ninguém.
- Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre a minha mãe
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: "vem por aqui!"?
Por que me repetis: "vem por aqui!"?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...
Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.
Como, pois sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...
Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tectos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tectos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém.
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções!
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou.
É uma onda que se alevantou.
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
- Sei que não vou por aí!
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou.
É uma onda que se alevantou.
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
- Sei que não vou por aí!
José Régio
[Este texto foi escrito esta semana durante uma noite de insónias. Por ser de carácter tão privado não seria suposto vir aqui parar. Mas, pensando bem na razão porque tenho um blog, este blog foi criado para registar os momentos da minha vida. Aqueles que um dia vou querer reler e pensar: um dia já passei por isto e dei a volta por cima. Aqueles que um dia vou querer reler e relembrar o quanto fui (sou) feliz. Há coisas que quero deixar registadas, sejam boas ou más. Este texto, um dia, vai-me fazer ver que esta situação toda foi apenas, e somente, mais uma pequena pedra no nosso caminho.]
segunda-feira, 11 de março de 2013
Arriscar é viver
Arriscar é viver
Rir é arriscar-se a parecer louco.
Chorar é arriscar-se a parecer sentimental.
Estender a mão para o outro é arriscar-se a se envolver.
Expor seus sentimentos é arriscar-se a expor seu eu verdadeiro.
Amar é arriscar-se a não ser amado.
Expor suas ideias e sonhos ao público é arriscar-se a perder.
Viver é arriscar-se a morrer...
Ter esperança é arriscar-se a sofrer decepção.
Tentar é arriscar-se a falhar.
Mas... é preciso correr riscos.
Porque o maior azar da vida é não arriscar nada...
Pessoas que não arriscam, que nada fazem, nada são.
Podem estar evitando o sofrimento e a tristeza.
Mas assim não podem aprender, sentir, crescer, mudar, amar, viver...
Acorrentadas às suas atitudes, são escravas;
Abrem mão de sua liberdade.
Só a pessoa que se arrisca é livre...
"ARRISCAR-SE É PERDER O PÉ POR ALGUM TEMPO.NÃO SE ARRISCAR É PERDER A VIDA..."
Rir é arriscar-se a parecer louco.
Chorar é arriscar-se a parecer sentimental.
Estender a mão para o outro é arriscar-se a se envolver.
Expor seus sentimentos é arriscar-se a expor seu eu verdadeiro.
Amar é arriscar-se a não ser amado.
Expor suas ideias e sonhos ao público é arriscar-se a perder.
Viver é arriscar-se a morrer...
Ter esperança é arriscar-se a sofrer decepção.
Tentar é arriscar-se a falhar.
Mas... é preciso correr riscos.
Porque o maior azar da vida é não arriscar nada...
Pessoas que não arriscam, que nada fazem, nada são.
Podem estar evitando o sofrimento e a tristeza.
Mas assim não podem aprender, sentir, crescer, mudar, amar, viver...
Acorrentadas às suas atitudes, são escravas;
Abrem mão de sua liberdade.
Só a pessoa que se arrisca é livre...
"ARRISCAR-SE É PERDER O PÉ POR ALGUM TEMPO.NÃO SE ARRISCAR É PERDER A VIDA..."
E só assim eu sei viver, caso contrário não vivia, apenas existia. E eu quero ter 100 anos, olhar para trás e sorrir porque lutei, arrisquei, perdi, aprendi, cresci, caí, ergui, VIVI.
sábado, 9 de março de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
Para eu e o L. interiorizarmos
Estamos numa fase de indecisões. Precisamos muito de passar para o próximo nível, mas dá aquele frio na barriga, aquele aperto na garganta... e se não conseguirmos??!! Se nunca tentarmos nunca saberemos, e se estivermos à espera da altura ideal ela pode nunca existir porque haverá sempre a insegurança. Avançamos de olhos fechados, de sorriso no rosto e esperança pregada no coração? Ou jogamos pelo seguro e continuamos a esperar por melhores dias?
Decisions, decisions!!
Day 8 - Favourite
São da Zara, já são muito velhinhos, mas continuam a ser os meus preferidos. Já sou conhecida por "a rapariga dos sapatos cor-de-rosa" graças a eles.
Day 7 - Fear
Tenho a mania de querer conseguir ultrapassar os meus medos. Este é um deles: medo de alturas. Já fiz parapente e salto tandem. E sabem que mais? Melhorou, mas continuo com vertigens ;)
quarta-feira, 6 de março de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
Dexter
Terminei agora mesmo a 4ª temporada. Depois de ter adorado a 1ª e a 2ª, depois de ter achado a 3ª muito fraquinha, a 4ª veio deitar por terra todas as temporadas anteriores. Genial!! Acho que a entrada do fantástico John Lithgow, também ajudou e muito. Não sei o que esperar das restantes 3 temporadas mas acho difícil superarem esta. Estou curiosa!!
segunda-feira, 4 de março de 2013
Vou arranjar um chapéu-de-chuva destes
Com os temporais que se têm feito sentir já consegui dar cabo de 2 guarda-chuvas em 2 meses!! S. Pedro, já mandavas providenciar um tempinho mais Primaveril, não?
domingo, 3 de março de 2013
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