sexta-feira, 18 de outubro de 2013

O que o meu telemóvel tem a dizer dos últimos dias

A trabalhar com o Siroco 

Os passeios ao fim do dia

E já chegaram as nossas abóboras para o Halloween. Yééééeé!!


Lanchinho de Outono 

Trabalhar ao fim-de-semana, custa!!

Aura e Siroco a dormir em filinha

Aura cansadita

Praias desertas. Adoro! - Nazaré

De estrelinha ao peito

Happy dog

Working with a view 

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

A ouvir isto

Eu chorei. E vocês?



Porque cada vez tenho mais familiares, amigos e conhecidos que tiveram que deixar o país para poderem trabalhar. A saudade dói, todos os dias!

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

A história da minha alimentação

Fui um bebé gordinho. Só para terem uma ideia nunca pude comer papas e afins, só sopas e fruta. Por volta dos 5/6 anos emagreci, mas a pediatra avisou a minha mãe que eu teria tendência para engordar, sobretudo quando fosse adulta.

Não foi preciso tanto, quando me veio a mestruação engordei logo. E foi a partir daí, tinha na altura 12 anos, que comecei a ter mais cuidado com a alimentação. Aos 15 anos tomei a decisão de ser vegetariana, não por uma questão de peso mas por uma questão de consciência e por adorar animais, contudo nunca o fui a 100%. Comia carne e peixe quando ia a casa de familiares e amigos ou quando ia a um restaurante que não tinha opções vegetarianas, nunca gostei que os outros se incomodassem comigo quando me convidavam para partilhar refeições. Em minha casa nunca mais entrou carne ou peixe (a minha mãe tornou-se mesmo vegana), cheguei a passar meses sem comer produtos animais e nunca senti falta, aliás nunca gostei muito de carne. Este tipo de alimentação, recheado de frutas e legumes, sempre foi o suficiente para conseguir manter o meu peso, 52-53Kg. Comia muito pouco pão, só bebia leite de soja, fazia muitos jantares só de sopas, mas sempre comi chocolates e bolachas. 

Até que se aproximaram os 30 anos. Uiiiii, nunca senti tanta diferença no meu corpo. De repente comecei a ganhar volume, sobretudo nas ancas e barriga, comecei a ganhar peso mesmo continuando a minha alimentação de sempre, as roupas ficaram mais justas... Enfim, o meu metabolismo tornou-se muito mais lento.

Comecei então a interressar-me pelo crudivorismo. Li muito sobre o assunto. Aprendi a gostar de sumos verdes. Fiz muitas refeições só de saladas. Fiz alguns detoxes. Mas simplesmente não funcionou comigo. Por vários motivos:  
  • de manhã (sobretudo no Inverno!) não conseguia comer algo frio;
  • sentia necessidade de refeições mais complexas; 
  • por mais quantidade de salada que comesse passado pouco tempo já tinha fome novamente (a maioria das frutas e legumes têm um elevado índice glicémico o que não me deixa ficar satisfeita por muito tempo); 
  • sempre tive dúvidas se comer muita fruta é realmente benéfico (ainda tenho essas dúvidas, depois de muito pesquisar!), ingerir tanta fructose ajuda-me a abrir o apetite em vez de me saciar; 
  • adoro cozinhar e experimentar coisas novas, o crudivorismo retirava-me um pouco isso, sobretudo ir a um bom restaurante ou provar outras gastronomias; 
  • a nossa vida social passa muito pela mesa, o crudivorismo também me retirava um pouco isso; 
  • comer é para mim um prazer e acho a vida demasiado curta para deixar de comer certas sobremesas ou certos petiscos. Há certos pratos que vale a pena viver só para os provar.
Acredito que funcione com muitas pessoas, mas comigo não. Do crudivorismo ficaram muitas receitas de saladas e batidos que ainda hoje faço.

Depois vim viver com o L. O L. não é vegetariano e, juntos, passámos a reajustar as nossas refeições. Cá em casa 70% das refeições são vegetarianas, 30% têm carne ou peixe, ou outros produtos animais. O L. não consegue comer só sopa à refeição, eu, por arrasto, acabo por comer sempre mais qualquer coisa para além da sopa. O L. adora enchidos, eu só gosto de chouriço. De volta e meia lá está um chouriço assado, acompanhado por pão caseiro e um bom vinho, em cima da mesa... Conclusão: mais 6Kg em cima do lombo. Nunca estive tão pesada! 

Tomei então a decisão de experimentar algo completamente diferente. Vou fazer a dieta que está agora na moda: a dieta dos 31 dias. A verdade é que nunca segui uma dieta rigorosa em toda a minha vida, sempre me guiei apenas pelo bom senso. Depois de ler o livro, simpatizei com a Dr.ª Ágata e achei importante o facto de, também ela, já ter tido problemas de peso e de ter testado vários dietas sem êxito. Parece-me fácil de executar e, o mais importante, não vou passar fome. O único senão, o que me deixa realmente triste, é que vou passar a comer carne e peixe nos próximos 31 dias. Mas será sem dúvida uma experiência de vida, como tantas outras. Pelo menos, depois de a fazer, já posso ter uma opinião mais concreta e dizer se realmente foi uma boa escolha ou não. Tenho amigas que já a fizeram com bastante sucesso e, por isso, estou bastante optimista. 

Segunda-feira será o meu dia 1. Vamos lá a isso! 


sexta-feira, 11 de outubro de 2013

O que o meu telemóvel tem a dizer dos últimos dias

Vegan Sushi. Este sim, adoro!

Melissas novas. Gosto do facto de pode trocar aquele lacinho por outro que já vinha incluído. 


Fritada de Legumes. Aprovado. 

A Aura a pedir-me muito para a levar a passear.

O meu sítio preferido para almoçar, lanchar ou, simplesmente, beber um chá. 

Batido de abacaxi e frutos vermelhos. A florzinha era comestível e foi a primeira vez que comi uma flor.

Empadão à moda da Myosotis

O Verão ainda continua na ponta dos meus dedos

Para um programinha especial 

Ontem foi assim




E foi delicioso!

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

É o que dá viver com gatos

E apesar dos meus gatafunhos serem as coisas mais fofas, de vez em quando (quase todos os dias, vá!) fazem asneiras. Resolvi começar a registar essas asneiras para um dia recordar como é bom viver com dois gatos adolescentes em casa.

Da Caixa Geral de Depósitos

Na sexta-feira passada fui toda airosa ao multibanco. Assim que o cartão entrou na ranhura devolveu-me a seguinte mensagem no ecrã e num talão: "Por motivos de segurança retemos o seu cartão. Dirija-se ao seu banco.". Oh diacho!! 

Fui ao banco e disseram-me que o problema ocorrido ainda não tinha entrado no sistema e que, como era sexta-feira, só na segunda teriam uma resposta para me dar. Tudo bem.

Segunda-feira, à hora de almoço, volto a ir ao banco. Resposta da menina ao balcão:
- "Mas o seu cartão não existe!" 
- "Como não existe, se lhe estou a dizer que ficou retido no multibanco é porque existe."
- "Não temos registo deste cartão no nosso sistema. O ultimo cartão que teve foi o da universidade."
- "Mas eu já terminei a universidade em 2007 e desde então tenho usado este mesmo cartão que agora ficou retido."
- "Não, o número deste cartão não faz parte dos nossos registos. Se o cartão existisse, e visto que ficou retido, enviaríamos outro automaticamente para a sua morada no prazo de 15 dias. Como não existe terá que fazer outro e terá o custo de 10€."
- [Eu, incrédula!] "... ... ... Olhe não estou nada satisfeita com a sua resposta nem com toda esta situação, por favor chame o gerente do banco."

Lá veio o gerente do banco com a mesmíssima resposta: a conta existe, a caderneta existe, o tal cartão não existe. Depois de ouvir os meus protestos, lá me disse que me fariam um cartão novo gratuito, mas que aquele cartão em específico não consta nos registos deles. Assim, sem uma justificação decente, sem um "vamos tentar resolver o assunto da melhor forma possível" ou "Vamos ligar para a sede de Lisboa para analisarem esse cartão de que fala e verificarmos o que se está a passar". Literalmente fizeram-me sentir uma mentirosa, que não tem mais nada para fazer se não inventar que tem um cartão daquele banco e que o mesmo ficou retido no multibanco. Para ajudar à festa, não recebi um pedido de desculpas ou um "lamentamos a situação". 

Caixa Geral de Depósitos, estes últimos 12 anos que trabalhei convosco foram muito agradáveis, mas, depois disto, chega. Recuso-me a aceitar que o meu próprio banco não tenha conhecimento dos cartões que entrega aos clientes e ainda os faça passar por esta situação lamentável. 


terça-feira, 8 de outubro de 2013

Para quem perguntou pelas botas bejes

São da colecção da Seaside do ano passado e já estão um bocadinho cansadas de tanto uso que lhes dou. Super confortáveis e ficam bem com quase tudo!

domingo, 6 de outubro de 2013

Prontinho, estamos viciados


Este fim-de-semana limpámos a primeira temporada. Muito bom, MESMO!

sábado, 5 de outubro de 2013

O que o meu telemóvel tem a dizer dos últimos dias


99% da memória do meu telemóvel são fotografias de animais. Nada a fazer quanto a isso! É mais forte do que eu.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

DIY - Jarras

Experimentei fazer estas jarras para decorar a mesa do meu almoço de aniversário. É super simples de fazer e acho que o resultado é fantástico!

Copo de vidro de iogurte + balão + raminho de alfazema = jarra decorativa 


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

A ler uma história adorável

Aqui 

O que o meu telemóvel tem a dizer dos últimos dias

 Passeio à hora do almoço no jardim da cidade.

 "Olá!" - disse o Outono.

Um dos meus adorados clientes.

 After Work

 Terra da maçã à hora do almoço.


Um amigo que encontro muitas vezes a caminho do trabalho.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Bom dia, alegria!!

http://www.audepicault.com/fanfare/fanfare.htm

P.S.: Clicar nos bonecos e começar o dia a sorrir :) 

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Assim de repente

Este projecto parece-me muito bom:

Ponto de situação

O meu  amuleto (e pulseira) desta manhã, a coleira da Aura! 

E pronto!! Correu tudo bem, a Aura chegou a casa tão "bêbada" que mal se aguentava de pé (é giro vê-los sob o efeito da anestesia :p), mas agora já anda aqui a trepar aos móveis itudoitudoitudo. Volta a reinar a normalidade nesta casa. 

Aurinha

A aura esta manhã, a caminho da esterilização.


Hoje é o dia da esterilização da Aura. Vai ser operada numa clínica com o apoio de uma associação protectora dos animais, por isso às 8h lá estávamos nós no ponto de encontro à espera da Ana, uma das voluntárias da associação. Comigo estavam também mais umas 10 pessoas e os seus animais. E fiquei triste. Muito triste. Dói-me o coração quando vejo pessoas que tratam os animais como coisas. Simples objectos. Um senhor trazia uma gata dentro de uma caixa de cartão, fechada com fita cola, apenas com uns pequeníssimos furinhos para a bichinha respirar. Outra senhora trazia a gatinha dentro de um WC para gatos (daqueles fechados!) com a portinhola apenas colada com fita cola. A Ana ficou a olhar para eles com "aquele" olhar. E estas duas pessoas ainda tiveram o descaramento de perguntar o que se passava, porque os animais deles iam muito bem assim. Despedi-me da Aura, com muitas festinhas e beijinhos, entreguei-a à Ana e vim embora para o carro com as lágrimas a escorrerem-me pela cara. 
Eu sei que há animais em situações degradantes. Eu sei que o que vi ali não é nada, é apenas um minúsculo grão de areia na imensa praia dos animais desprotegidos. Mas mesmo assim custa-me. Custa-me a falta de cuidados, a falta de carinho, a falta de zelo das pessoas para com os seus animais de estimação. A aura tem a caixa maior, mais ventilada e mais confortável que encontrei à venda para gatos. Para além disso, levou a almofadinha dela e uma toalhinha, para o caso de vomitar ou não se "aguentar". Isto, no meu ver, são os cuidados mínimos, apenas o indispensável para ela se sentir bem ao passar uma manhã num hospital veterinário, onde não conhece ninguém e onde vai ser submetida a uma "pequena tortura". Todos os animais mereciam estes pequenos cuidados por parte dos seus donos, os seus protectores. Meter um gato numa caixa de cartão ou num WC, sem uma mantinha sequer, coladas com fita cola, é uma falta de sensibilidade e amor pelos nossos animais.